Sr. J. Oliveira, Vi seu vídeo no Youtube, fazendo a divisão de uma colméia de abelhas Jataí. Só quero comentar, mas talvez você até já sabe, que a parte dos discos de crias sem a rainha que você põe na caixa nova, será entendido pelas abelhas operárias que ficam nessa caixa, que a rainha sumiu. Com isso, começarão a alimentar com geléia real, uma ou mais larvas ainda pequenas, ampliar as celas alveolares onde se encontram, para que se transformem em rainhas, que ao sairem dos alvéolos, serão fecundadas por zangões em um vôo nupcial e, depois de fecundada para toda a vida, (pois fica com a parte masculina anexada ao seu organismo), dará sequência à colmeia que inicialmente estava sem rainha. Os zangões são criados para esse fim, e, somente para isso...fecundar a rainha virgem, sendo que os zangões nascem de ovos, que podem ser postos tanto pelas próprias operárias, ou pela rainha, sem que sejam fecundados, portanto, são monozigóticos. Até fecundarem a rainha, recebem alimento e toda atenção das operárias, entretanto, depois de fecundada a rainha por um único zangão, os remanescentes são deixados de lado pelas operárias e morrem, pois são incapazes de se alimentarem sózinhos. Também podem voar ao encontro de outras rainhas virgens de outras colméias, o que é muito bom, por carrear material genético para outra colônia, o que a fortalece bastante. No mais, o vídeo é excelente. Um abraço. Venceslau B. da Silva
Oi Sr. J. Oliveira. Com relação ao que escrevi acima, venho fazer uma correção. Os zangões, são individuos PARTENOGENÉTICOS ou HAPLÓIDES e não MONOZIGÓTICOS, como erroneamente escrevi e peço desculpas. Venceslau
Sr. J. Oliveira, Vi seu vídeo no Youtube, fazendo a divisão de uma colméia de abelhas Jataí. Só quero comentar, mas talvez você até já sabe, que a parte dos discos de crias sem a rainha que você põe na caixa nova, será entendido pelas abelhas operárias que ficam nessa caixa, que a rainha sumiu. Com isso, começarão a alimentar com geléia real, uma ou mais larvas ainda pequenas, ampliar as celas alveolares onde se encontram, para que se transformem em rainhas, que ao sairem dos alvéolos, serão fecundadas por zangões em um vôo nupcial e, depois de fecundada para toda a vida, (pois fica com a parte masculina anexada ao seu organismo), dará sequência à colmeia que inicialmente estava sem rainha. Os zangões são criados para esse fim, e, somente para isso...fecundar a rainha virgem, sendo que os zangões nascem de ovos, que podem ser postos tanto pelas próprias operárias, ou pela rainha, sem que sejam fecundados, portanto, são monozigóticos. Até fecundarem a rainha, recebem alimento e toda atenção das operárias, entretanto, depois de fecundada a rainha por um único zangão, os remanescentes são deixados de lado pelas operárias e morrem, pois são incapazes de se alimentarem sózinhos. Também podem voar ao encontro de outras rainhas virgens de outras colméias, o que é muito bom, por carrear material genético para outra colônia, o que a fortalece bastante. No mais, o vídeo é excelente. Um abraço. Venceslau B. da Silva
ResponderExcluirOi Sr. J. Oliveira. Com relação ao que escrevi acima, venho fazer uma correção. Os zangões, são individuos PARTENOGENÉTICOS ou HAPLÓIDES e não MONOZIGÓTICOS, como erroneamente escrevi e peço desculpas. Venceslau
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